sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Opinião apresenta Jupiter Apple


Sente falta daquela lisergia roqueira que só o Jupiter Apple tem? Pois saiba que, dia 23 de novembro, n Opinião, ele vai mostrar porque é um dos ícones do rock feito no Rio Grande do Sul.

Jupiter Apple (ou Jupiter Maçã, como também é conhecido) tem sido uma força vital e influente por um longo tempo no Brasil. Ele transita livremente do pop ao rock, passando pelo tropicalismo e a bossa nova, cantando tanto em português como em inglês. Sempre inovando, ele é constantemente vanguarda da cultura pop. Jupiter possui um status de semi-Deus na cena underground brasileira e já foi aclamado por artistas de renome como Stereolab e Caetano Veloso.

Cantor/compositor, músico e cineasta, Jupiter começou sua carreira com a lendária banda de TNT (conhecido neste período como Flavio Basso), formando mais tarde Os Cascavelettes. Em 1996, iniciou sua carreira solo. No mesmo ano, trocou seu nome para Jupiter Maçã e lançou o psicodélico disco estréia A Sétima Efervescência. Algum tempo depois, o álbum foi eleito pela revista Rolling Stone como um dos 100 discos brasileiros mais importantes da história. Além de ter sido eleito pela revista Aplauso o maior e mais influente álbum do rock gaúcho.

Mudando seu nome novamente para Jupiter Apple, em 1999, lançou o delicado e “bossa novístico” Plastic Soda. O álbum conquistou sucesso de crítica e foi premiado pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).

Os álbuns seguintes – Hisscivilization (2002) e o bluesy/folky Bitter - (2007) - demonstraram ainda mais o talento inquieto do músico. Em 2008, ele lançou Uma Tarde na Fruteira, no qual estão os hits ‘A Marchinha Psicótica de Dr. Soup’, ‘Beatle George’, entre outros hits. O trabalho caiu nas graças da crítica Alemã e saiu na Europa pela Elefant Records.

O single de 2009, ‘Modern Kid’, foi eleito pela revista Rolling Stone como uma das melhores canções do ano. Em 2010, foi a vez de um novo single: Calling All Bands, seu hino celebratório à cultura das bandas pop.

Segundo o galês Paul Ralphes, da Universal Music Brasil, Júpiter tem sido, até agora, o segredo musical brasileiro mais bem guardado.

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